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Obtenha as últimas notícias da editoria policia do Paraná Online

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    Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

    Machado diz que já afastou mais de dez policiais.

    Gerson Machado, um dos dois delegados presos nesta quarta-feira (03), na Operação Vortex realizada pelo Gaeco e que investiga há oito meses denúncias de corrupção, alegou que é perseguido dentro da polícia. Em suas declarações ele dá a entender que há envolvimento entre policiais civis e criminosos e que ele está sendo denunciado como represália.

    Machado passou apenas seis meses no comando da DFRV. Neste período, indiciou em cinco inquéritos policiais Milton Stigler que, segundo ele, é o maior receptador de veículos furtados e roubados de toda a região de Curitiba, e atua em Araucária. O delegado garante que pediu a prisão de Stigler pelo menos três vezes para a Justiça de Araucária e uma vez em Curitiba, e que apenas um pedido foi deferido, por apenas dez dias.

    A transferência de Machado para o 6.º DP aconteceu logo depois de operação frustrada de tentativa de prisão de Stigler. Assim que deixou a DFRV, Machado enviou uma nota à imprensa dizendo que Luiz Carlos de Oliveira “veio com um pedido relacionado a lojas de autopeças”, o qual ele disse que não iria atender por ser contra seus princípios. Ele também escreveu que acreditava que foi transferido porque Stigler afirmou estar sendo perseguido por ele.

    Sindicância

    Por causa desta nota, segundo ele, foi instaurada sindicância contra Machado na Corregedoria da Polícia Civil. Pouco tempo depois, também foi instaurado um processo administrativo contra ele, pela atuação de um estagiário como policial civil.

    “Por causa dessa investigação desse bandido eu fui transferido da delegacia”, desabafa o delegado. Já no 6.º DP, ele recebeu um ladrão de carros que teria levado vários veículos para Stigler, mas não recebeu R$ 40 mil de pagamento. O rapaz teria cobrado Stigler e por isso, recebido ameaças de morte.

    “Ele colocou no papel quem são as pessoas que o Milton Stigler mandou matar em Curitiba e na região metropolitana por envolvimento com a receptação de veículo furtado e roubado”, relatou Machado. O delegado afirmou que entregou cópia do depoimento na corregedoria e na Divisão de Crimes contra o Patrimônio. “Não sei quais providências eles tomaram. Fiz ofício para o Conselho da Polícia Civil, pedindo para que um delegado especial investigasse a atividade criminosa dele e dos policiais que por ventura tenham envolvimento com ele. Mandei meus policiais levarem este cidadão para ser ouvido pelos promotores do Gaeco”, conta o delegado.

     

    Aposentadoria

    Machado disse que afastou dez policiais do serviço da DFRV, e que assim que ele foi transferido para o 6.º DP estes policiais teriam retornado para lá. Machado lamentou que, apesar de ter colaborado com as investigações do Gaeco, foi preso por porte ilegal e ainda é investigado por envolvimento em corrupção da DFRV.

    “Estou enojado. Desde a minha transferência da DFRV eu enojei, perdi a vontade de trabalhar, de produzir. Depois dessa palhaçada que fizeram comigo eu vou pedir a minha aposentadoria”, lamenta.


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    Marco Charneski


    Roni Elcio Rodrigues, 25 anos, foi vítima de uma tocaia a caminho do trabalho, no início da manhã de ontem. O assassino esperou na estrada de terra que o rapaz sempre passava, em Almirante Tamandaré, o derrubou com um tiro de revólver 38 na cabeça e ateou fogo no corpo.

    Segundo a família, Roni não tinha inimigos nem recebeu ameaças. Ele também não tinha antecedentes criminais. O rapaz saiu de casa para trabalhar entre 6h30 e 7h com a Honda Biz placa AJL-5982, e foi derrubado perto da Rua José Real Prado.

    Encontro

    O assassino esvaziou uma garrafa de gasolina na cabeça da vítima, ateou fogo e fugiu. O fogo queimou o corpo até a cintura. Roni foi encontrado por um morador da região minutos depois, que chamou o 22.º Batalhão de Polícia Militar. O assassino não foi localizado.

    Peritos do Instituto de Criminalística apreenderam o projétil alojado no capacete e a tampa da garrafa que armazenava o combustível. Exame complementar vai determinar se Roni foi morto pelo tiro ou pelo fogo.


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    A Polícia Federal em Cascavel apreendeu na noite de ontem (3), cerca de 400 caixas (200 mil maços) de cigarros contrabandeados do Paraguai. A estimativa inicial é que a carga esteja avaliada em mais de R$ 600 mil.

    A apreensão aconteceu em uma operação de rotina realizada na PR-180, nas proximidades de Juvinópolis. Os cigarros foram encontrados em um caminhão baú, com placas de São Paulo.

    O motorista do caminhão foi preso e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Cascavel, para a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante. Segundo os policias federais, o contrabandista informou que o caminhão foi carregado de cigarros estrangeiros na região de Foz do Iguaçu e a carga seria por ele levada até a região sudoeste do Paraná, nas proximidades de Pato Branco.

    Desde o início do ano a Polícia Federal tem intensificado as operações de rotina nas rodovias e estradas rurais da região oeste do Paraná. O resultado são as frequentes apreensões de mercadorias contrabandeadas, além de grande quantidade de drogas e armas de fogo, produtos que, em sua maioria, entram ilegalmente no Brasil pela fronteira paranaense com o Paraguai.


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    Aliocha Maurício

    Stigler prestou depoimento.

    Os delegados Luiz Carlos de Oliveira, da Divisão de Crimes contra o Patrimônio (DCCP), e Gérson Machado, do 6.º Distrito Policial (Cajuru), presos na manhã de quarta-feira (04), foram afastados de suas funções até que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, encerre as investigações de denúncias de corrupção na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos e na DCCP.

    Para seus lugares foram designados Walter Baruffi Júnior, do Planejamento da Polícia Civil, para a DCCP, e Rodrigo Brown de Oliveira, que estava no Cope (Centro de Operações Policiais Especiais) e assume o 6.º DP.

    Ouvidos

    Ontem, integrantes do Gaeco deram continuidade aos depoimentos da operação Vortex, iniciada há oito meses, e hoje vão começar nova fase da investigação. “Ouvimos cerca de dez pessoas, principalmente policiais e vamos nos concentrar na análise dos documentos”, explicou o coordenador estadual do Gaeco, Leonir Batisti.

    Um dos principais depoimentos de ontem foi do empresário Milton Stigler, denunciado ao Gaeco, no ano passado, pelo delegado Gérson Machado por envolvimento em esquema de roubo e desmanche de veículos. As declarações serão mantidas em sigilo.


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    Um homem foi preso pela Polícia Militar no município de Apucarana (norte do Estado) por tráfico de drogas. Na casa dele a PM encontrou 12,6 kg de maconha, uma balança de precisão e 17 notas falsas de R$10,00. A ação foi desempenhada na tarde de terça-feira (02/04), por integrantes do Serviço Reservado do 10º Batalhão da Polícia Militar (10º BPM), pertencente ao 2º Comando Regional da Polícia Militar (2º CRPM).

    “Não prendemos apenas mais um traficante, a prisão dele evitou que o comércio de entorpecentes se expandisse pela região, e que outros crimes oriundos do tráfico, como roubo, acontecessem. E lembramos que a ajuda da população foi importante nessa ação”, disse o porta-voz de comunicação do 10º BPM, sargento Daniel Rodrigo de Souza.

    A população pode ajudar o trabalho da Polícia Militar, de acordo com o sargento, ligando para o 181-Narcodenúncia ou pelo telefone de emergência da PM, o 190. “Não é necessário identificar-se”, lembra.

    PRISÃO - A PM já sabia que o suspeito traficava drogas, e na tarde de terça-feira, uma equipe policial se deslocou até o Jardim América, pois recebeu informações de que este homem estava lá.

    “Quando os policiais militares chegaram ao local revistaram o homem, de 27 anos, que estava na rua, mas não encontraram nada com ele. A equipe se dirigiu até a casa do suspeito e localizou na sala da residência, próximo a estante, 12,6 kg de maconha. A PM ainda identificou naquele lugar, uma balança de precisão e 17 notas de R$10,00 falsificadas”, comenta o sargento Rodrigo.

    O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, para que as medidas judiciais fossem tomadas.


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    Uma denúncia anônima resultou na prisão de um motorista de um ônibus que transportava alunos e professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no litoral do Estado, no final da tarde de quarta-feira (04).

    A prisão foi feita por policiais rodoviários estaduais no momento em que o veículo passava pelo posto da PRE localizado na Rodovia Alexandra-Matinhos, a PR-508. Ao realizar o teste do bafômetro, foi constatado que o motorista estava embriagado.

    O homem foi preso em flagrante, teve a carteira de habilitação apreendida e encaminhado para a Delegacia de Paranaguá. O motorista responderá pelo crime na Justiça.


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    Átila Alberti
    Polícia apreendeu drogas, revólver e documentos falsos com os bandidos.

    Paulo Ricardo de Oliveira Barbosa, 21 anos, e Genoir Soares da Silva, 30 anos, foram presos na última terça-feira (02) com 17 quilos de maconha, dois quilos de crack, um revólver calibre 38 municiado e com numeração lixada e um colete balístico de uma empresa de segurança no Umbará. Eles também estão sendo investigados por participação em assaltos a bancos.

    Segundo o delegado Amarildo José Antunes, investigadores da Delegacia de Furtos e Roubos realizavam diligências na região quando abordaram os dois suspeitos em uma casa na Rua Antônio Augusto de Brito.

    “Na residência foi encontrado todo o material. Um dos homens se identificou como Paulo. O outro mostrou uma CNH e um RG em nome de João da Silva, mas logo desconfiamos que poderia ser falso”, conta o delegado.

    Antunes disse que o crack estava embalado em uma bexiga preta. “Lembrei que a Polícia Federal havia apreendido drogas dentro de bexigas que estavam armazenadas no tanque de combustíveis de um carro e então procurei a PF para saber mais detalhes. Descobri então que o grupo que usava esta prática também é investigado por assaltos a bancos. Identificamos a imagem do João, que daí confessou e deu o nome de Genoir, 30 anos”.

    O Instituto de Identificação foi chamado ao local da prisão dos bandidos com o objetivo de colher as digitais do suspeito para comprovar se o nome dado por ele é realmente o verdadeiro.

    O delegado afirmou também que Silva teria participação em um assalto a uma agência bancária em Agudos do Sul, no dia 11 de janeiro deste ano. “Na ocasião, três homens levaram R$ 62 mil, um revólver e um colete balístico”, finalizou Antunes.


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    Bandidos armados assaltaram um carro dos Correios por volta das 10h desta quarta-feira (04), na rodovia BR-376, no bairro Jardim Cruzeiro, em São José dos Pinhais.

    O funcionário dos Correios realizava uma entrega de documentos quando foi abordado pelos bandidos, que estavam em dois carros, um Crossfox e uma Fiorino.

    Os marginais assumiram a direção do carro dos Correios e seguiram para a Rua Guarapuava, também no Jardim Cruzeiro, levando o funcionário dos Correios junto.

    Na Rua Guarapuava, os bandidos fizeram o transbordo de toda a carga que estava no carro dos Correios para os outros dois veículos e seguiram em direção ao Jardim Alegria, no bairro Guatupê, em São José dos Pinhais, onde abandonaram o funcionário e fugiram.

    A Guarda Municipal fez o primeiro atendimento à ocorrência e, posteriormente, funcionários dos Correios chegaram ao local, acompanhados de policiais federais, que assumiram a investigação do caso.


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    Mais duas pessoas foram assassinadas brutalmente na noite de quarta-feira (03) em Curitiba. O motivo dos dois crimes ainda é um mistério para a equipe da Delegacia de Homicídios, que já iniciou as investigações.

    Pouco depois das 20h, Anderson Aparecido da Silva, 23 anos, saiu da casa do avô e foi na direção da casa do irmão na Vila Nossa Senhora da Luz, mas antes de chegar no destino foi morto com facadas no lado esquerdo do peito. Ele teve coração e pulmão perfurados, foi socorrido pelo Siate e encaminhado ao Hospital do Trabalhador, onde morreu pouco tempo depois.

    A própria família denunciou que possivelmente quem desferiu os golpes contra Anderson foi o irmão dele, Eraldo Andrio. O rapaz está foragido e não se sabe a motivação do crime.

    Tiros

    Pessoas que passavam pela Rodovia do Xisto testemunharam um homicídio por volta das 22h30. Um rapaz conhecido como ‘Clevinho‘ atravessou a rodovia em disparada, perseguido por outros três rapazes.

    Ele foi alcançado e morto com cinco tiros nas costas e dois no rosto, perto da ponte da linha férrea que passa sobre a rodovia, e perto do portal do Conjunto Vitória Régia. Os três fugiram em um carro, mas ninguém conseguiu verificar o modelo ou a placa.

    Socorristas do Siate foram acionados e a equipe apenas constatou a morte do rapaz. Nas mãos dele foi apreendida uma bucha de maconha. Ele não portava documentos e só foi identificado pela família horas depois como sendo Cleverson Januário, 28 anos.


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    Mais de 40 tiros foram disparados para matar pai e filha quase ao lado do terminal do Campo Comprido, no fim da noite de quarta-feira (03). Uma pessoa que estaria com as vítimas foi presa armada, nas proximidades. O crime pode ser vingança pela morte de Cristiano Gomes, 25 anos, ocorrida no Jardim Gabineto, no dia anterior, originada por suposta briga entre adolescentes.

    Os tiros assustaram toda a quadra da Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, às 23h40. Trabalhadores que voltavam para casa e os funcionários do terminal se jogaram no chão, tentando se proteger. Kauane Cadena da Silva, 15 anos, morreu dentro do Gol placa CNH-6403. O pai dela, Rogério da Silva, tentou fugir, mas foi alcançado e morto a poucos metros, na calçada.

    Blazer

    Os três atiradores chegaram em uma Blazer preta, mas apenas um deles fugiu no veículo. Os outros dois escaparam a pé. Rogério levou quatro tiros no peito, dois nas costas, três no pescoço, um no quadril e mais três na cabeça. Kauane foi atingida por dois tiros no peito, três no rosto e mais um nas costas.

    Peritos do Instituto de Criminalística tiveram trabalho para recolher 40 estojos de projéteis calibres 9 milímetros e 380. Testemunhas relataram à Delegacia de Homicídios que o crime tem relação com briga de facções rivais no Jardim Gabineto.

    Preso

    Policiais militares encontraram próximo ao local do crime, Isael Eduardo de Oliveira, 26 anos, com um revólver calibre 38, com a numeração suprimida. Ele foi encaminhado ao Ciac-Sul e, em depoimento, relatou que estava com as vítimas, mas conseguiu fugir. A ligação dele com Kauane e Rogério é investigada pelo 2.º Distrito Policial (Rebouças).

    Assassinado dentro do boteco

    No final da tarde de terça-feira, Cristiano Gomes, 25 anos, foi baleado dentro de um bar na Rua Padre Estanislau Piasecki, Jardim Gabineto, na Cidade Industrial. Ele foi socorrido, mas morreu horas depois, no Hospital Evangélico. Segundo testemunhas, dois encapuzados entraram no bar, atiraram em Cristiano e fugiram a pé. Ele levou três tiros na barriga, no peito e nas costas. Parentes o levaram ao Centro Municipal de Urgências Médicas do Campo Comprido e ouviram boatos de que os assassinos invadiriam a unidade de saúde para atirar novamente em Cristiano. Para prevenir esta possibilidade, o rapaz foi transferido com apoio da Polícia Militar para o Hospital Evangélico, mas morreu por volta das 22h.

    Adolescentes

    De acordo com o delegado Rubens Recalcatti, da Delegacia de Homicídios, a jovem Kauane, morta junto com o pai no Campo Comprido, horas depois de Cristiano, teria brigado com outra adolescente do Jardim Gabineto. Cristiano seria conhecido da jovem que brigou com Kauane e teria tirado satisfações da confusão.

    Amigos de Kauane não teriam gostado da atitude de Cristiano e mandaram matá-lo. A adolescente e o pai teriam sido mortos por vingança. O delegado Recalcatti ressaltou que, apesar de ser uma possibilidade forte, esta é apenas uma das linhas de investigação.


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    No final da tarde de terça-feira (02), Cristiano Gomes, 25 anos, foi baleado dentro de um bar na Rua Padre Estanislau Piasecki, Jardim Gabineto, na Cidade Industrial de Curitiba. Ele foi socorrido, mas morreu horas depois, no Hospital Evangélico.

    Segundo testemunhas, dois homens de capuz entraram no bar, atiraram em Cristiano e fugiram a pé. Ele levou três tiros na barriga, no peito e nas costas. Parentes dele levaram o rapaz para o Centro Municipal de Urgências Médicas do Campo Comprido, e ouviram boatos de que os assassinos invadiriam o local para atirar novamente em Cristiano.

    O rapaz foi transferido com apoio da Polícia Militar para o Hospital Evangélico, mas morreu por volta das 22h. Testemunhas denunciaram para a equipe da Delegacia de Homicídios que Cristiano foi baleado porque foi tirar satisfações com um grupo de pessoas que brigou com a irmã dele no próprio Jardim Gabineto, dias antes.


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    Arquivo

    Luiz pagou R$ 20 mil e saiu da cadeia, mas Machado, ficou.

    Os delegados Luiz Carlos de Oliveira e Gérson Machado e o investigador Aleardo Righetto conseguiram a liberdade provisória na tarde desta quinta-feira (04), concedida pela 1.ª Vara de Inquéritos Policiais de Curitiba. Mas apenas Luiz Carlos e Righetto deixaram a carceragem. Machado entrou com pedido para redução da fiança e só deve ganhar a liberdade hoje. “São 30 salários mínimos. Para o Righetto são dez salários mínimos e já recolhemos o valor”, contou o advogado da dupla, Rafael Antônio Pellizzetti. Luiz Carlos pagou os 30 salários mínimos (R$ 20.340 mil).

    O trio foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) por suspeita de extorsão e corrupção na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos e na Divisão de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP). Os advogados dos detidos reforçam a inocência de seus clientes.

    Defesas

    Para Rafael, que defende Machado e Righetto, o delegado é alvo de perseguição e não tem ligação com corrupção ou extorsão, não passando de uma peça para ajudar na investigação. “Ele está será ouvido como testemunha, só foi preso por irregularidade na arma pessoal”, explicou Rafael. De acordo com o advogado, o mesmo se aplica a Righetto, que fazia parte da equipe de Machado. Marden Esper Maues, advogado que defende o delegado Luiz Carlos, destacou que seu cliente foi envolvido por conversas de terceiros e não há ligação dele com qualquer situação ilícita. “Não há nada que o ligue à prática do crime de extorsão, à qualquer desmanche, roubo ou furto de veículos. É uma acusação fabricada pelo Ministério Público”, afirma Marden.


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    A Penitenciaria Estadual de Londrina-PEL, da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju), implantou o projeto de produção de materiais didáticos com textos digitados e convertidos em Braille. O objetivo é promover a inclusão dos alunos com deficiência visual.

    O projeto, que é uma parceria entre o Instituto Londrinense de Instrução e Trabalho para Cegos (ILITC) e a PEL, segue o exemplo do Projeto Visão de Liberdade desenvolvido na Penitenciária Estadual de Maringá-PEM desde 2004 e que já recebeu dois prêmios nacionais.


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    O coordenador estadual do Gaeco, Leonir Batisti, voltou a reforçar na tarde de ontem que as prisões dos delegados e do investigador não tem ligação com a denúncia de uso indevido de viaturas. A sua detenção refere-se à operação Vortex, que apura corrupção e extorsão na polícia.

    Segundo Batisti, desde que o Gaeco fez o alerta de que havia uso indevido de viaturas, o caso passou para a corregedoria da Polícia Civil. “É um ato de improbidade ou ilegalidade administrativa e a corregedoria tinha que fazer algo”, disse Batisti.

    Porém, a única medida apresentada pela cúpula da polícia foi a regulamentação da utilização das viaturas, sem qualquer punição aos denunciados, como o delegado Luiz Carlos, que foi visto em um bordel com o veículo oficial.

    O assunto continua tratado em sigilo. A assessoria de imprensa da Polícia Civil, bem como o delegado-geral, Marcus Vinícius da Costa Michelotto, não atenderam às ligações da reportagem para esclarecer o andamento do caso.


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    Átila Alberti

    Aparelhos vinham de Manaus pra rede de supermercados.

    Ação conjunta da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas (DEDC) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na recuperação de uma carga de televisores roubada em Miracatu, São Paulo. O caminhão que vinha de Manaus, com destino a uma rede de supermercados em Curitiba, carregava 168 aparelhos 51 polegadas. O veículo foi localizado em um posto de combustível, em Campina Grande do Sul. Nenhum dos assaltantes foi preso.

    O delegado Vinicius Martins Borges, disse que o caminhão foi roubado na Rodovia Régis Bittencourt, e logo em seguida, a PRF foi avisada e iniciou o monitoramento. “Nossa equipe foi avisada que o caminhão havia sido localizado no Posto São Luiz, supostamente, quando os bandidos pararam para fazer um lanche. No entanto, ninguém foi preso”, explicou. A carga avaliada em mais de R$600 mil foi levada para a DEDC e deverá ser devolvida para a seguradora.


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    Após nove meses de investigações, policiais civis do Núcleo de Londrina da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), sob comando do delegado  Lanevilton Theodoro Moreira, deflagraram a Operação Viajantes, cumprindo 17 mandados de prisão e cinco mandados de busca e apreensão contra uma quadrilha criminosa de traficantes envolvidos com o traficante Fernandinho Beira-Mar.

    Entre os detidos foram presos o chefe da quadrilha, Adriano de Souza, 31 anos, além de  Viviane Aparecida dos Santos, 28 anos, José Edgar Xavier dos Santos, 31 anos, Valdo Rodrigues da Silva, 24 anos, Leandro Agostinho dos Santos, 30 anos, Marcelo Aparecido da Silva, 41 anos, Alvaro Bueno de Morais, 28 anos, Karina dos Santos Rocha, 26 anos, Josiane de Souza Martins, 37 anos, Roberto de Jesus Corrêia de Freitas, 24 anos, Cristiano de Souza Martins, 37 anos, Deborah Menon Domingos do Nascimento, 29 anos, Monick Marcia Schimidp, 19 anos, Vanda da Silva Todelo, 27 anos, Bruno Fernando Bilha, 24 anos, Amilton da Silva, 40 anos e José Nilton Acosta Canno, 36 anos.

    A polícia apreendeu também duarante as investigações, 36 quilos entre crack e cocaína e 20 quilos de maconha, além de dinheiro e armas de fogo.

    A ação que foi coordenada pela Denarc de Londrina contou com o apoio com a Denarc de Ponta Grossa e de policiais civis de Mafra-SC, além da participação dos policiais militares de Rio Negro. De acordo com informações apuradas pela polícia, a quadrilha - que atuava nas cidades de Londrina, Arapongas, Rio Negro e Mafra-SC - tinha como como lider Souza, responsável por adquirir os entorpecentes com Evaldo Rodrigues da Silva, integrante de organização criminosa coordenada por Mario Pulcheta, um dos principais traficantes do Paraguai e que anteriormente era envolvido com o fornecimento de drogas para Fernadinho Beira Mar e ao Comando Vermelho.

    Segundo Moreira, o prejuízo financeiro causado aos traficantes durante a operação Viajantes chega a aproximadamente R$ 1,3 milhões. "“Considerando que os traficantes ao fracionarem o crack fazem cerca de três mil pedras por quilo da substância, é possível afirmar que aproximadamente 70 mil pedras de crack deixaram de ser revendidas ou entregues para o consumidor final"”, explica o delegado.

    Todos estão à disposição da Justiça.


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    Marco Charneski

    Polícia achou Alexandre no quarto e Franciellen na cozinha.

    Briga de casal terminou em morte na manhã desta sexta-feira (05), no Bacacheri. Alexandre Lorusso, o “Boy”, 38 anos, tentou matar a namorada e atirou na própria cabeça, depois que vizinhos chamaram a Polícia Militar. Ele não resistiu e Franciellen Trople, 24 anos, está internada no Hospital Cajuru, em estado grave.

    Os gritos de socorro da jovem, foram ouvidos por moradores da Rua Maximino Zanon, pouco antes das 9h. Eles chamaram a PM, e uma equipe do 20.º Batalhão foi até o apartamento onde estava o casal. Segundo o capitão Denkewski, Alexandre demorou para abrir a porta, alegando não encontrar a chave.

    Tensão

    O clima ficou tenso e vários disparos foram efetuados dentro e fora da casa. Os policiais arrombaram a porta e encontraram Franciellen na cozinha, atingida por cinco disparos no peito e na barriga. Alexandre foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, na entrada do quarto. Perto do corpo foi apreendido um revólver calibre 38, com todas as munições deflagradas.

    Vizinhos relataram que o casal estava junto há cerca de seis meses, que Alexandre era usuário de drogas e que a movimentação de pessoas estranhas no apartamento dele era constante. De acordo com o capitão, dentro da residência foram encontradas três máquinas caça-níqueis, pequena quantidade de maconha e vestígios de cocaína. Um computador foi apreendido já que, segundo testemunhas, continha fotos de Franciellen segurando armas.

    Herança

    Alexandre é de uma família tradicional do Bacacheri e vivia da herança deixada pelos pais, e do dinheiro do aluguel de apartamentos do prédio. Ele deixou filhos e um irmão. Até o início da noite de ontem, Franciellen permanecia na UTI. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela teve vários órgãos perfurados e passou por cirurgias.

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    Divulgação


    A equipe de policiais civis da Seção Antidrogas da 13.ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, coordenada pela delegada Ana Paula Cunha Carvalho, realizou, na noite da última quarta-feira (3), a prisão de Mario Cesar Valentim Junior, 32 anos, o "Nuno".

    "Nuno", que já vinha sendo alvo de investigações por tráfico de drogas, foi localizado pelos policiais no quarto de um hotel, no centro de Ponta Grossa. Durante a abordagem, a equipe encontrou 238 gramas de cocaína dentro de uma mochila, que "Nuno" assumiu ser de sua propriedade, informando ainda que a droga seria destinada à venda e renderia cerca de R$ 12 mil.

    Além do entorpecente, os policiais apreenderam também R$ 226 em dinheiro e um aparelho de celular. Diante dos fatos, o homem foi conduzido para a sede da 13.ª SDP e autuado em flagrante pelo artigo 33 da Lei 11343/06

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    Átila Alberti
    Evandro morreu na hora e Thiago foi encaminhado em estado grave.

    Dois irmãos foram assassinados às 13h desta sexta-feira (05), na esquina da Avenida Ademar de Barros e Rua Elmari dos Santos Andrade, Jardim Paraíso Mineral, em Campo Largo. Evandro e Tiago Almeida Santos, 21 e 19 anos levaram tiros na cabeça. Evandro, que estava de bicicleta, morreu na esquina. Tiago desceu a rua, mas foi alcançado e levou um único tiro. Ele foi socorrido ao Hospital Nossa Senhora do Rocio, mas morreu horas depois na UTI.

    Testemunhas disseram à polícia que um carro prata passou e os assassinos dispararam de dentro do veículo. Algumas pessoas anotaram a placa do carro e a passaram à polícia, porém após buscas durante tarde, nenhum suspeito foi detido.

    Tráfico

    O capitão Alves do 17.º Batalhão disse que o motivo do crime pode ser tráfico de drogas. “Os dois têm passagens pelo sistema e pelo que pudemos levantar no local, foram mortos em acerto de contas com criminosos”, contou. De acordo com o superintendente Juscelino Bayer, da delegacia local, os dois irmãos estavam envolvidos na venda de drogas. Familiares dos garotos ficaram em choque com a cena do crime e nenhum quis comentar o que aconteceu.

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    Cleiton Martins, de 29 anos, um velho conhecido da polícia, foi preso na tarde desta sexta-feira (05), em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. De acordo com o Tenente Ivair, do 17° Batalhão, o malandro era considerado foragido da Justiça, já que saiu da prisão para visitar os parentes e nunca mais voltou.

    Ele foi preso na rua Aloir de Azevedo, do Jardim Veneza, com 50 gramas de cocaína, além de uma pistola 9 mm e R$ 2 mil em dinheiro trocado, o que caracteriza o tráfico de drogas.

    Antecedentes

    Quando Cleiton foi preso pela primeira vez, em 2009, terminou condenado a 9 anos de prisão, no entanto, conseguiu a regalia de visitar a família e desapareceu. Na época, foram encontrados 10 kg de crack em sua pose e um comparsa também foi para a cadeia.


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